segunda-feira, 20 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
CJ Ramone, mais um show

O show não foi lá tão bom quanto eu pensava, também, sem banda de abertura e tocando somente 1:30h. Mas bem, foi um RAMONE quem tocou: UM RAMONE, brother. E isso é mais que suficiente para um show ficar bom.
Bem, fora o ilustre C. Jay Ramone (ex-baixista da RAMONES) tocaram com ele o produtor Daniel Rey na guitarra e o o batera Brant Bjork (vê se ele não parece com o Quique Brown do Leptos). Com o nome do show batizado de "Hey Ho Lets Go Party" fica fácil saber o repertório né?
Abaixo algumas fotos do show, algumas pegas no picasa do Felipe (AQUI) e outras (as mais porcas) tiradas do meu Nokia Xpress Music. =p









Já assisti a dois integrantes dos RAMONES tocando, isso dá 50% da formação (não original, ok, mas são Ramones), já da pra morrer 50% feliz. =p
Bem, fora o ilustre C. Jay Ramone (ex-baixista da RAMONES) tocaram com ele o produtor Daniel Rey na guitarra e o o batera Brant Bjork (vê se ele não parece com o Quique Brown do Leptos). Com o nome do show batizado de "Hey Ho Lets Go Party" fica fácil saber o repertório né?
Abaixo algumas fotos do show, algumas pegas no picasa do Felipe (AQUI) e outras (as mais porcas) tiradas do meu Nokia Xpress Music. =p









Já assisti a dois integrantes dos RAMONES tocando, isso dá 50% da formação (não original, ok, mas são Ramones), já da pra morrer 50% feliz. =p
sexta-feira, 10 de julho de 2009
oito ligações
23:27h. O celular chia quando o coloco para carregar e o ligo. Oito ligações não atendidas.
4 Carol
2 Allan
1 Belinha
1 Subzero
Opto por retornar somente uma, já que sabia de antemão do que se tratava cada ligação. Dedico minha energia, ou o que sobrou dela após tomar cerveja e comer petiscos desde as 16:30 de uma quinta-feira (não deveria beber na quinta, promessa minha feita a mim mesmo) na casa da irmã, para falar com Carol.
- Aparece ai na frente, ela diz ao celular.
Vinte minutos de conversa em frente ao portão, mais coisas ficando claras, meninas novas representam mais problemas que soluções, um xau com beijo na bochecha e um "amanhã mais cedo a gente conversa". Entro em casa. Dentro, mãe no sofá, pai tentando ler algo, ambos dormindo e para mim um banho sem música.
Água fria é boa nessas situações, água fria e café quente, fico somente com a primeira opção. Ao sair do banheiro o celular indica que existe mais uma ligação não atendida: Allan. Sei muito bem o que ele e/ou Subzero queriam, algo como: "Oa porra, cadê tu? A gente tá aqui no Matuto tomando uma", não dava, eu já estava "pronto".
Me deito e leio algo para tentar esquecer minhas obrigações que negligenciei facilmente durante o dia. O algo que leio é o livro "Caras dessa idade já não lêem manuais" do Panço. Panço é o cara da banda Jason, banda a qual tenho alguns adesivos e vi alguns shows aqui em Recife, além de mp3s (prometo comprar os cds, algo que tenho feito ultimamente a respeito das bandas independentes que tenho em mp3). E para quem não sabe que banda é a Jason: é a banda do Panço.
Leio o capítulo chamado Ian Mackaye, nome do cara da Minor Threat (banda também), antes de desligar a luz e meditar confusamente sobre o que eu deveria estar buscando em minha vida.
Apago.
Sonho com Gabriela, uma menina que conheci num show de rock.
4 Carol
2 Allan
1 Belinha
1 Subzero
Opto por retornar somente uma, já que sabia de antemão do que se tratava cada ligação. Dedico minha energia, ou o que sobrou dela após tomar cerveja e comer petiscos desde as 16:30 de uma quinta-feira (não deveria beber na quinta, promessa minha feita a mim mesmo) na casa da irmã, para falar com Carol.
- Aparece ai na frente, ela diz ao celular.
Vinte minutos de conversa em frente ao portão, mais coisas ficando claras, meninas novas representam mais problemas que soluções, um xau com beijo na bochecha e um "amanhã mais cedo a gente conversa". Entro em casa. Dentro, mãe no sofá, pai tentando ler algo, ambos dormindo e para mim um banho sem música.
Água fria é boa nessas situações, água fria e café quente, fico somente com a primeira opção. Ao sair do banheiro o celular indica que existe mais uma ligação não atendida: Allan. Sei muito bem o que ele e/ou Subzero queriam, algo como: "Oa porra, cadê tu? A gente tá aqui no Matuto tomando uma", não dava, eu já estava "pronto".
Me deito e leio algo para tentar esquecer minhas obrigações que negligenciei facilmente durante o dia. O algo que leio é o livro "Caras dessa idade já não lêem manuais" do Panço. Panço é o cara da banda Jason, banda a qual tenho alguns adesivos e vi alguns shows aqui em Recife, além de mp3s (prometo comprar os cds, algo que tenho feito ultimamente a respeito das bandas independentes que tenho em mp3). E para quem não sabe que banda é a Jason: é a banda do Panço.
Leio o capítulo chamado Ian Mackaye, nome do cara da Minor Threat (banda também), antes de desligar a luz e meditar confusamente sobre o que eu deveria estar buscando em minha vida.
Apago.
Sonho com Gabriela, uma menina que conheci num show de rock.
domingo, 21 de junho de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
melhorando o humor... ou tentando relaxar
Diariamente verificar tiras do Guabiras, Adão, Dr. Pepper e Vida Besta; doses semanais de filmes de comédia, cqc, pânico na tv e casseta e planeta (tá bom, esse último quase não tem graça mesmo), mensalmente leitura de MAD scaneada e duas vezes por ano assistir à uma peça de comédia.
No carro escutar piadas do Ari Toledo, Costinha, Espanta e Zé Lezin, e entre elas escutar pegadinhas do Mução.
Filmes de comédia que já foram: superbad (superbad, é hoje) e pinaple express (segurando as pontas).
Próximo: zack and miri make a porno (pagando bem, que mal tem?).
alguma sugestão?
No carro escutar piadas do Ari Toledo, Costinha, Espanta e Zé Lezin, e entre elas escutar pegadinhas do Mução.
Filmes de comédia que já foram: superbad (superbad, é hoje) e pinaple express (segurando as pontas).
Próximo: zack and miri make a porno (pagando bem, que mal tem?).
alguma sugestão?
domingo, 3 de maio de 2009
uma noite fudida de maio
*nota do autor: deu preguiça de corrigir o português então relevem okay?
*outra nota: essa é minha opinião do show okay, não gostou? Tem um campo ali embaixo chamado comentários, achou? Não use ele!
Mais uma vez a história se repetiria, esse foi o sentimento que tive as 21:30h enquanto esperava um amigo para entrar no show e observei o movimento na entrada. Do lado de fora se via as caras apreensivas pensando "será que tem gente lá dentro", "quem já cantou?", "entro ou não entro". Esse mesmo sentimento e o clima chuvoso levou-me a conclusão óbvia: este show vai ser pior que o outro. Bem amigos, por Deus (ou pelos poderes de grayskull) eu estava errado, e fiquei bem feliz em saber isso.
Honório, o amigo que eu esperava, chega e conta uma história (ele é frentista) que viu os caras comendo no Mc Donalds (todos os japas e os capixabas) foi lá e trocou uma idéia com Sandro e Mozine, ou foi Sandro e Paulista, e brincando ele soltou agora vocês terão que cantar Mac Câncer Feliz, fato que realmente ocorreu e com dedicatória e tudo mais. Mas bem, ficamos conversando do lado de fora quando surge Cabeça, outro amigo de longa data, que veio de Caruaru pra ver o show, volto a falar de Cabeça na hora do show do Mukeka, e por enquanto seguiremos com a resenha.
Entrei e já tinha perdido a Handsome, banda a qual tentei me comunicar porcamente com o vocalista, que também não sabia inglês e que ficava repetindo "i dont know, i downt know", como as músicas eram mais leves não fiquei muito chateado, porém gostaria de ter visto a performance da banda. Mas bem, naquele momento o estrago era ter perdido a Handsome e a primeira banda daqui de PE, da qual não me lembro o nome.
A primeira banda que assiti foi a ex-"Nose-Tail" e agora chamada Carpo, que foi promovida de banda do "nhá-nhá-nhá" para banda com vocal de mulher com medo de barata (isso é uma coisa boa, acredite), com riffs mais legais a Carpo provou estar no caminho certo, mas que ainda tem ralar um pouco, o publico também não tava muito instigado pelo que pude comprovar, mas provavelmente o pessoal tava guardando as energias para as estrelas da noite.
Durante o show da Carpo o clima estava muito bom e nesse momento deu pra conversar com quase todos caras das outras bandas, o pessoal do fuck on beach figuraças e comedores de espetinho riram e ficaram espantados quando eu soltei a velha brincadeira em inglês porco:
- you know what you ate a time before?
(vcs sabem o que vcs comeram a um tempo atrás?)
- no.
(não)
- that is called espetinho and is made with dead cat meat
(aquilo é chamado espetinho e é feito com carne de gato morto)
Nessa hora os caras começaram a rir e falar japones, soltei logo outra.
- and that is called charque and is made with meat of the donkeys died in collision with cars.
(e aquilo é chamado charque, é feita com carne de burros mortos nas estradas)
Olhos esbugalhados e mais risadas, fiquei perguntando besteiras sobre a cultura japonesa, quer saber de algo escroto? Pergunte sobre kancho. E voltando novamente a resenha.
Assim que termina a Carpo vem a banda que pra mim fez o melhor show da noite: Vivisick. Eu mesmo já tinha escutado dois albuns do Vivisick a algum tempo, o do split com o Mukeka e outro, e acho que pra quem estava ali era isso era muito. No entanto quando os caras soltaram os primeiros riffs percebeu-se que não era preciso saber a letra ou falar japonês nem nada, o som por sí próprio fez com que todos se reunissem na já famosa roda de pogo e começassem a celebração do rock, era nego voando, gente se trombando, todo mudo gritando e talz. No palco as coisas pareciam boas também, e quem prestasse um pouco mais de atenção nos sorrisos estampados nos carinhas de olhos puxados poderia ver que eles nos diziam: vocês são um público do caralho!
Depois de beber mais uma cervas e socializar um pouco com o pessoal entra a Fuck on Beach, ai começou a desgraceira (no bom sentido) a banda clássica provou ser tudo o que afirmam, a batera e a guitarra descarregando toda a energia que se pode imaginar, a roda pogo estava lá, mesmo que em menor volume que a do Vivisick. Não me lembro ao certo mas acho que o Mozine entrou no meio do show para tocar uma música com os caras, o que tem muito valor entre eles e para nós que assistimos aos shows. Com isso acabaram-se as apresentações niponicas e o terreno já estava mais que pronto para o Mukeka di rato.
O Mukeka di Rato dispensa comentários, os caras sempre surpeendem, e numa noite chuvosa levaram calor aquela pequena multidão sedenta por rock. A apresentação, longe de ser ruim ou mediana, serviu como desculpa não declarada pelo último show no mesmo armazém 14, e as desculpas foram aceitas, muito bem aceitas por sinal.
Nesse momento Cabeça (o cara que eu citei no segundo parágrafo) sobe no palco com toda a moral e se aloja em cima do caixa de retorno e fica lá, de camnarote, vê se pode. Alguém do Mukeka solta: "essa música é para o cara que trabalha na Mac Donadls" e tascaram um Mc Câncer Feliz. Olhei para Honório e falei: "é só erraram na profissão", e ele: "oxe, vou lá pra frente", fomos.
Num momento o baixista do Fuck On Beach assume o baixo, em outro o batera da mesma banda assume o lugar de Brek, olho para a arquibancada e vejo o baixista do Vivisick delirando, jogando cerveja na galera e pulando, roda pogo enorme, empurra-empurra, o palco é invadido, algazarra, felicidade. Porra! Rock é isso!!
Foi em uma noita chuvosa de maio, uma noite fudida de maio, e foi um show do caralho!
*outra nota: essa é minha opinião do show okay, não gostou? Tem um campo ali embaixo chamado comentários, achou? Não use ele!
Mais uma vez a história se repetiria, esse foi o sentimento que tive as 21:30h enquanto esperava um amigo para entrar no show e observei o movimento na entrada. Do lado de fora se via as caras apreensivas pensando "será que tem gente lá dentro", "quem já cantou?", "entro ou não entro". Esse mesmo sentimento e o clima chuvoso levou-me a conclusão óbvia: este show vai ser pior que o outro. Bem amigos, por Deus (ou pelos poderes de grayskull) eu estava errado, e fiquei bem feliz em saber isso.
Honório, o amigo que eu esperava, chega e conta uma história (ele é frentista) que viu os caras comendo no Mc Donalds (todos os japas e os capixabas) foi lá e trocou uma idéia com Sandro e Mozine, ou foi Sandro e Paulista, e brincando ele soltou agora vocês terão que cantar Mac Câncer Feliz, fato que realmente ocorreu e com dedicatória e tudo mais. Mas bem, ficamos conversando do lado de fora quando surge Cabeça, outro amigo de longa data, que veio de Caruaru pra ver o show, volto a falar de Cabeça na hora do show do Mukeka, e por enquanto seguiremos com a resenha.
Entrei e já tinha perdido a Handsome, banda a qual tentei me comunicar porcamente com o vocalista, que também não sabia inglês e que ficava repetindo "i dont know, i downt know", como as músicas eram mais leves não fiquei muito chateado, porém gostaria de ter visto a performance da banda. Mas bem, naquele momento o estrago era ter perdido a Handsome e a primeira banda daqui de PE, da qual não me lembro o nome.
A primeira banda que assiti foi a ex-"Nose-Tail" e agora chamada Carpo, que foi promovida de banda do "nhá-nhá-nhá" para banda com vocal de mulher com medo de barata (isso é uma coisa boa, acredite), com riffs mais legais a Carpo provou estar no caminho certo, mas que ainda tem ralar um pouco, o publico também não tava muito instigado pelo que pude comprovar, mas provavelmente o pessoal tava guardando as energias para as estrelas da noite.
Durante o show da Carpo o clima estava muito bom e nesse momento deu pra conversar com quase todos caras das outras bandas, o pessoal do fuck on beach figuraças e comedores de espetinho riram e ficaram espantados quando eu soltei a velha brincadeira em inglês porco:
- you know what you ate a time before?
(vcs sabem o que vcs comeram a um tempo atrás?)
- no.
(não)
- that is called espetinho and is made with dead cat meat
(aquilo é chamado espetinho e é feito com carne de gato morto)
Nessa hora os caras começaram a rir e falar japones, soltei logo outra.
- and that is called charque and is made with meat of the donkeys died in collision with cars.
(e aquilo é chamado charque, é feita com carne de burros mortos nas estradas)
Olhos esbugalhados e mais risadas, fiquei perguntando besteiras sobre a cultura japonesa, quer saber de algo escroto? Pergunte sobre kancho. E voltando novamente a resenha.
Assim que termina a Carpo vem a banda que pra mim fez o melhor show da noite: Vivisick. Eu mesmo já tinha escutado dois albuns do Vivisick a algum tempo, o do split com o Mukeka e outro, e acho que pra quem estava ali era isso era muito. No entanto quando os caras soltaram os primeiros riffs percebeu-se que não era preciso saber a letra ou falar japonês nem nada, o som por sí próprio fez com que todos se reunissem na já famosa roda de pogo e começassem a celebração do rock, era nego voando, gente se trombando, todo mudo gritando e talz. No palco as coisas pareciam boas também, e quem prestasse um pouco mais de atenção nos sorrisos estampados nos carinhas de olhos puxados poderia ver que eles nos diziam: vocês são um público do caralho!
Depois de beber mais uma cervas e socializar um pouco com o pessoal entra a Fuck on Beach, ai começou a desgraceira (no bom sentido) a banda clássica provou ser tudo o que afirmam, a batera e a guitarra descarregando toda a energia que se pode imaginar, a roda pogo estava lá, mesmo que em menor volume que a do Vivisick. Não me lembro ao certo mas acho que o Mozine entrou no meio do show para tocar uma música com os caras, o que tem muito valor entre eles e para nós que assistimos aos shows. Com isso acabaram-se as apresentações niponicas e o terreno já estava mais que pronto para o Mukeka di rato.
O Mukeka di Rato dispensa comentários, os caras sempre surpeendem, e numa noite chuvosa levaram calor aquela pequena multidão sedenta por rock. A apresentação, longe de ser ruim ou mediana, serviu como desculpa não declarada pelo último show no mesmo armazém 14, e as desculpas foram aceitas, muito bem aceitas por sinal.
Nesse momento Cabeça (o cara que eu citei no segundo parágrafo) sobe no palco com toda a moral e se aloja em cima do caixa de retorno e fica lá, de camnarote, vê se pode. Alguém do Mukeka solta: "essa música é para o cara que trabalha na Mac Donadls" e tascaram um Mc Câncer Feliz. Olhei para Honório e falei: "é só erraram na profissão", e ele: "oxe, vou lá pra frente", fomos.
Num momento o baixista do Fuck On Beach assume o baixo, em outro o batera da mesma banda assume o lugar de Brek, olho para a arquibancada e vejo o baixista do Vivisick delirando, jogando cerveja na galera e pulando, roda pogo enorme, empurra-empurra, o palco é invadido, algazarra, felicidade. Porra! Rock é isso!!
Foi em uma noita chuvosa de maio, uma noite fudida de maio, e foi um show do caralho!
sexta-feira, 1 de maio de 2009
essas negas que me fazem viajar
Viagem no sentido metafórico e real da palavra se é que você me entende, se não entendeu é mais ou menos assim: para uma nega me fazer viajar ela tem que me fazer viajar... então cada quilômetro rodado e cada pingo de gasolina/alcóol queimado no motor 1.0 do adelmóvel valeu a pena.
Bem, eu ando pra cacete pela grande Recife de carro, pra cima e pra baixo,: show, bar, casa de amigos, churras etc... Mas o maior uso do meu carro é por percursos do dia a dia, como ir ao trabalho, ir a reunião do mestrado e... ahn... ir ao trabalho. =)
Bem, eu ando pra cacete pela grande Recife de carro, pra cima e pra baixo,: show, bar, casa de amigos, churras etc... Mas o maior uso do meu carro é por percursos do dia a dia, como ir ao trabalho, ir a reunião do mestrado e... ahn... ir ao trabalho. =)
Uma coisa eu não posso negar: tenho aprendido a ir a vários lugares de carro devido a relacionamentos/ficadas. Contando só ficantes já rodei mais de 1000 km só nos três últimos meses, pelo menos estão servindo para que eu aprenda a ir para vários lugares, vamos dar uma olhadinha.
Com ex-ex-namorada aprendi a ir até Tracunhahém, 60,7 km.

Com Elly fui até Jaboatão, 13,7 km

...e Itamaracá, 52,3 km.

Com Carol fui ao Curado IV(!), 13,4 km.

E finalmente com pessoa*, que é de João Pessoa, fui a ao Cabo Branco - PB, 130 km

e Tambaba-PB, que não achei no maps, na parte não nudista.
Estou ficando rodado, com duplo sentido.
*Edit: pediu pra eu tirar o nome, normalmente eu mandaria um: "me processe", mas...
Assinar:
Postagens (Atom)



